quinta-feira, 23 de abril de 2009

A proposito do "Marcas de Angola"

Mercado nacional está aberto a novas marcas, afirma empresária

Luanda - A empresária angolana Emília Abrantes afirmou hoje, em Luanda, que o mercado angolano está preparado para receber novas marcas, de preferência nacionais, apesar da crise económica financeira que o mundo enfrenta.

Emília Abrantes fez este pronunciamento à Angop, à margem do II Congresso Nacional de Marcas de Angola que decorre desde quarta-feira, no Futungo de Belas, em Luanda, com encerramento previsto para sábado (dia 25).

Segundo a interlocutora, o mercado nacional encontra-se por ser descoberto pelos criadores e investidores, mas tudo passa pelas políticas que os mesmos têm que adoptar.

“Um dos segredos passa pelo marketing, o fenómeno que mais sobressai ao fazermos um investimento, quando pensarmos em lucro. Mas existem outros itens, como o dinamismo, a capa cidade de liderança e domínio do mercado. Isto tudo é necessário quando se aposta num mercado pioneiro”, acrescentou.

Para a sócia gerente da empresa “Glamour em Festas”, o Congresso vem em boa altura porque vai trazer coisas novas, num momento de crise económica mundial.

Emília Abrantes apelou aos empresários que têm criado marcas “Made in Angola” que apostam cada vez mais na valorização dos quadros nacionais, de modo a edificar-se um país que produz material com técnicos angolanos.

Fonte:http://www.portalangop.co.ao

É preciso pensar sobre:

A importância da literatura por Mario Vargas Llosa (foto)

Em feiras de livros ou mesmo livrarias, freqüentemente alguém se aproxima pedindo-me autógrafo. "É para minha mulher, filha ou mãe", explica. "Ela adora ler!" De pronto pergunto: "E o senhor? Não gosta de ler?" E a resposta é quase sempre a mesma: "Gosto, mas sou muito ocupado."

Já ouvi essa explicação dezenas de vezes. Esse homem - e milhares outros como ele - tem tantos afazeres importantes, tantas obrigações e responsabilidades, que não pode perder seu precioso tempo mergulhado num romance.

Segundo esse raciocínio, a literatura seria uma actividade dispensável, uma diversão que somente pessoas com muito tempo livre poderiam se permitir.

Gostaria de apresentar alguns argumentos contra a idéia da literatura como passatempo e em prol de considerá-la, além de uma das ocupações mais estimulantes e enriquecedoras do espírito humano, uma actividade insubstituível para a formação de cidadãos na sociedade moderna e democrática. Por essa razão, ela deveria ser semeada nas famílias desde a infância e fazer parte de todos os programas educacionais.

Vivemos numa era de especialização em virtude do extraordinário desenvolvimento da ciência e da tecnologia, e da conseqüente fragmentação do conhecimento em incontáveis avenidas e compartimentos.

A especialização traz benefícios. Possibilita pesquisa e experimentos, e é a força motriz do progresso. Mas também destrói os denominadores comuns culturais que permitem a coexistência, a comunicação e a solidariedade. E leva à separação dos seres humanos em guetos culturais de especialistas, confinados - pela linguagem, por códigos de conduta e pelo conhecimento particularizado - a uma especificidade contra a qual um antigo provérbio já nos advertia: não se concentre tanto na folha, a ponto de esquecer que ela é parte da árvore e esta, da floresta.

Em grande medida, a noção da existência dessa floresta depende do senso de conjunto que une a sociedade e não a deixa se desintegrar numa centena de especificidades. A ciência e a tecnologia, portanto, já não podem desempenhar esse papel unificador da cultura.

A literatura, por sua vez, foi e, enquanto existir, continuará sendo um denominador comum da experiência humana. Aqueles de nós que leram Cervantes, Shakespeare, Dante ou Tolstoi entendem uns aos outros e se sentem indivíduos da mesma espécie porque, nas obras desses escritores, aprenderam o que partilhamos com seres humanos, independentemente de posição social, geografia, situação financeira e período histórico.

Nada nos protege melhor da estupidez do preconceito, do racismo, da xenofobia, do sectarismo religioso ou político e do nacionalismo excludente do que esta verdade que sempre surge na grande literatura: todos são essencialmente iguais. Nada nos ensina melhor do que os bons romances a ver nas diferenças étnicas e culturais a riqueza do legado humano e a estimá-las como manifestação da multifacetada criatividade humana.

Ler boa literatura é ainda aprender o que e como somos - em toda a nossa humanidade, com nossas ações, nossos sonhos e nossos fantasmas -, tanto no espaço público como na privacidade de nossa consciência. Esse conhecimento se encontra apenas na literatura. Nem mesmo os outros ramos das ciências humanas - a filosofia, a história ou as artes - conseguiram preservar essa visão integradora e um discurso acessível ao leigo, pois também eles sucumbiram ao domínio da especialização.

O elo fraternal que a literatura estabelece entre os seres humanos transcende todas as barreiras temporais. A sensação de ser parte da experiência coletiva através do tempo e do espaço é a maior conquista da cultura, e nada contribui mais para renová-la a cada geração do que a literatura.

O que a literatura deu à humanidade, então?

Um de seus primeiros efeitos benéficos ocorre no plano da linguagem. Uma sociedade sem literatura escrita se exprime com menos precisão, riqueza de nuances, clareza, correcção e profundidade do que a que cultivou os textos literários.

Uma humanidade sem romances seria muito parecida com uma comunidade de gagos e afásico. Isso também vale para o indivíduo. As pessoas que nunca lê, lê pouco ou lê apenas lixo pode falar muito, mas vai sem dizer pouco, porque dispõe de um repertório mínimo de palavras para se expressar.

Não se trata de uma limitação somente verbal, mas também intelectual, uma indigência de idéias e conhecimento, porque os conceitos pelos quais assimilamos a realidade não são dissociados das palavras que nossa consciência usa para reconhecê-los e defini-los.

Nenhuma disciplina substitui a literatura na formação da linguagem. O conhecimento transmitido por manuais técnicos e tratados científicos é fundamental, mas eles não nos ensinam a nos exprimir corretamente. Ao contrário, com frequência são mal escritos porque os autores, às vezes expoentes indiscutíveis em sua profissão, não sabem transmitir seus tesouros conceituais.

Outro motivo para se conferir à literatura um lugar de destaque na vida das nações é que, sem ela, a mente crítica - verdadeiro motor das mudanças históricas e melhor escudo da liberdade - sofreria uma perda irreparável. Porque toda boa literatura é um questionamento radical do mundo em que vivemos. Qualquer texto literário de valor transpira uma atitude rebelde, insubmissa, provocadora e inconformista.

A literatura apazigua essa insatisfação existencial apenas por um momento, mas nesse instante milagroso, nessa suspensão temporária da vida, somos diferentes: mais ricos, mais felizes, mais intensos, mais complexos e mais lúcidos. A literatura nos permite viver num mundo onde as regras inflexíveis da vida real podem ser quebradas, onde nos libertamos do cárcere do tempo e do espaço, onde podemos cometer excessos sem castigo e desfrutar de uma soberania sem limites. Como não nos sentirmos enganados depois de ler "Guerra e Paz" ou "Em Busca do Tempo Perdido" e voltar a este mundo de detalhes insignificantes, obstáculos, limitações, barreiras e proibições que nos espreitam de todo canto e em cada esquina corrompem nossas ilusões?

Quer dizer, a vida imaginada dos romances é melhor: mais bonita e diversa, mais compreensível e perfeita. Talvez seja esta a maior contribuição da literatura ao progresso: lembrar que o mundo é malfeito, e que poderia ser melhor, mais parecido com o que a imaginação é capaz de criar.

A sociedade livre e democrática requer cidadãos responsáveis, críticos, independentes, difíceis de manipular, em constante efervescência espiritual e cientes da necessidade de examinar continuamente o mundo em que vivemos, para tentar aproximá-lo do mundo em que gostaríamos de viver.

Sem insatisfação e rebeldia, ainda viveríamos em estado primitivo, a história teria parado, o indivíduo não teria nascido, a ciência não teria alçado vôo, os direitos humanos não teriam sido reconhecidos e a liberdade não existiria. Tudo isso nasce dos atos de desafio a uma vida que se mostra insuficiente ou intolerável. Para esse espírito que despreza a vida como ela é - e, com a insensatez de Dom Quixote, tenta tornar o sonho realidade -, a literatura serve de magnífica espora. A verdade é que o desenvolvimento da mídia audiovisual - que ao mesmo tempo que revoluciona as comunicações monopoliza cada vez mais o tempo que dedicamos ao lazer, relegando a leitura a segundo plano - permite-nos imaginar para um futuro próximo uma sociedade moderníssima, repleta de computadores, telas e microfones, mas sem livros.

Temo que esse mundo cibernético seja profundamente incivilizado, sem espírito, apático - uma resignada humanidade de robôs.

Evidentemente , é muito improvável que essa terrível perspectiva venha algum dia a se concretizar. Não existe um destino que decida por nós o que vamos ser. Depende de nosso discernimento e de nossa vontade que essa utopia macabra se realize ou se apague.

Se queremos evitar o desaparecimento dos romances - ou sua restrição ao sótão dos objectos inúteis - e com isso o desaparecimento da própria fonte que estimula a imaginação e a insatisfação, que refina nossa sensibilidade e nos ensina a falar com eloquência e precisão, que nos torna livres e nos garante uma vida mais rica e intensa, então devemos agir. Precisamos ler bons livros e incitar à leitura os que vêm depois de nós.

(*) Este texto ao lado é da março de 2003 da revista Seleções Reader's Digest (http://www.selecoes.com.br). O título original é "Um mundo sem romances". Mario Vargas Llosa é escritor peruano.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

O país que temos

Todos sabemos que a guerra destruiu o país: infra-estruturas de todo tipo, recursos humanos e matérias, etc. Foram grandes as perdas que o país consentiu ao longo do conflito armado. O momento actual exige de todos angolanos muito trabalho e dedicação. Isto se torna óbvio, quando olhamos para as muitas estradas ainda por se reabilitar, pontes, escolas e hospitais por se construir. Mas, para alguns, este óbvio não lhes está a vista. Acreditem ou não, existem angolanos que se recusam a participar da reconstrução nacional sob pretexto de não terem sido eles os causadores de tal destruição. Isto deixa triste qualquer cidadão que tenha um palmo de consciência. Cuidar das nossas ruas, praias, jardins, parques e outros lugares de lazer constitui obrigação de todos. As escolas, os hospitais são patrimónios de públicos devemos velar por eles. Fazer derrapagem com carros na via publica é definitivamente uma prática condenável. O empresário que foge ao fisco, o governante que se deixa corromper, o pai que nega a paternidade e o jovem que insiste em viver da caridade dos outros são todos cidadãos que se recusam contribuir para reconstrução nacional. Recentemente visitei as províncias mártires do Bié e do Huambo. Gostei do vi. O espectro da guerra já não é cartaz visita. Pude ver cidades lindas e bem asseadas, estradas devidamente sinalizadas e uma consciência do dever mais presente no cidadão. Em Benguela ou Luanda o quadro certamente é oposto. Luanda tem sinalização mas, não há cidadãos para cumpri-las. Tem ruas lindas porém, sujas. Benguela não tem sinalização nem cidadãos suficientes para cumpri-las. Arrisco-me aqui a afirmar que as cidades do interior são as que mais integras se mantiveram ao longo dos anos de guerra. E é de lá que os exemplos de vem ser tirados, porque este é o país que temos.

Martinho Bangula

A juventude ainda é sacrificada...

"Aos jovem podemos exigir tudo"
A frase é da autoria do Papa João Paulo II. O meu professor de psicologia social cito-a numa dessas sua magnificas aulas. Eu de facto concordo. Penso que muitos também concordam. Só não sei por que carga de agua reclamam sempre da juventude ! Se até mesmo Sócrates reconheceu "cada homem é fruto do seu tempo". Porque razão nos querem fazer jovens dos anos cinquenta se nós nascemos só depois da independência nacional? Voltando à vaca, podem sim exigir tudo dos homens. O Papa estava certo. Podem exigir que vençamos o Can 2010, trabalhemos fora das cidades sem condições nenhumas ou que trabalhemos com salários super baixos. Porém, um aspecto não deve ser olvidado. O Papa dizia que: aos jovens podemos exigir tudo, pois eles farão com todo gosto e entrega desde que lhes expliquemos as razoes das exigências. Para o caso, quem vira ao publico explicar as razoes das exigências que se faz a juventude angolana nos dias de hoje?
Martinho Bangula

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Adventistas tentam "roubar" Avo do presidente Obama para sua crença

Nairobi - Uma igreja protestante tentou converter ao cristianismo a avô queniana e muçulmana do presidente americano Barack Obama, Sarah Obama, contra a sua vontade, denunciou hoje (segunda-feira), em Nairobi, um representante da comunidade muçulmana no Quénia.

A igreja adventista do sétimo dia em Kisumu (oeste), convidou Sarah Obama, a um culto sábado, onde deveria ser baptizada, indicou a fonte.

"Deploro a tentativa, pela religião cristã, de a converter à força", declarou Sheikh Mohamed Khalifa, membro do Conselho de imams e dos predicadores do Quénia.

Said Obama, o meio irmão do presidente americano, precisou que os pastores da igreja tinham obrigado Sarah Obama em se tornar cristã.

"Mama (Sarah), nasceu muçulmana e espera morrer muçulmana.A questão da sua conversão não se coloca ", afirmou Said a AFP.

Sarah Obama, ascendeu à notariedade em 2006, no decorrer de uma visitado seu filho mais novo ao Quénia, mas concretamente à localidade de Kogelo, que se tornou numa atracção turística após a vitória de Obama nas presidenciais americanas de Novembro 2008. O governo queniano classificou no passado mês de Março, aquela localidade como património nacional. Sarah Obama, é a terceira esposa do avô de Barack Obama.Nenhum laço biológico os une, mas o presidente americano considero-a como sua avô paterna.

Terminou ontem, Cimeira das Américas sem acordo

Trindade e Tobago - A V Cimeira das Américas concluiu neste domingo (19.0409 sob o signo da esperança de uma nova era nas relações dos países do continente com os Estados Unidos, embora o embargo de Washington a Cuba tenha impedido o anúncio de uma declaração final unânime.

"A declaração em si não tem a completa aprovação dos 34 países presentes. Alguns deles manifestaram suas reservas. Mas concordamos em adoptar este documento, já que ao adoptá-lo, reconhecemos que não há unanimidade e sim um grande consenso sobre estas questões importantes", declarou o primeiro-ministro de Trindad e Tobago, Patrick Manning, no encerramento da reunião continental.

Depois de dois dias de reuniões, os 34 líderes das Américas se mostraram convencidos de que o passado ficou para trás e que se pode inaugurar uma nova página em suas relações com um intercâmbio franco e directo.

"Mostramos que, apesar de termos nossas diferenças, podemos e devemos trabalhar juntos em questões nas quais tenhamos interesses em comum. Mostramos que não há nem grandes nem pequenos sócios na América, somos apenas companheiros, comprometidos em avançar numa agenda comum com desafios comuns", declarou o presidente Barack Obama.

A cimeira foi o primeiro encontro do presidente Obama com os homólogos latino-americanos e caribenhos e ele parece ter passado por essa primeira grande prova de fogo ante muitos líderes severos críticos das políticas americanas.

"A cimeira, sem ser perfeita, se aproximou da perfeição. Reinou nela a cordialidade e ela terminou com êxito e com um clima novo", declarou o presidente venezuelano Hugo Chávez, cujo encontro afectuoso com Obama roubou grande parte das atenções do evento.

O primeiro passo para o que pode ser o restabelecimento das relações entre Estados Unidos e Venezuela será a nomeação de novos embaixadores em Caracas e Washington, depois das expulsões decretadas em Setembro.

O presidente do Equador, Rafael Correa, outro grande crítico da política dos Estados Unidos, também assinalou que a cimeira representou uma nova era de diálogo aberto, franco e amigável.

A Correa, que fez questão de se fotografar ao lado de Obama, disse ainda que seu homologo americano mostrou uma atitude nova em relação ao continente.

Obama se reuniu separadamente em Trindade e Tobago com os líderes sul-americanos, centro-americanos e caribenhos. A todos garantiu a disposição de ter um diálogo directo baseado no respeito mútuo.

Além da segurança energética e da prosperidade, temas incluídos na agenda do encontro, as questões que realmente centraram o evento foram Cuba e a crise económica.

Obama chegou a Port of Spain com o discurso de que está disposto ter um novo começo com Cuba e admitiu neste domingo que meio século de políticas americanas sobre Cuba "não funcionaram", mas destacou que a política americana em relação à Havana não mudará da noite para o dia.

"Temas como os dos prisioneiros políticos, liberdade de expressão e democracia são importantes, e não podem ser deixados de lado", explicou o presidente americano, dando a entender que espera acções de Havana neste sentido.

Também declarou que Cuba e Venezuela, assim como os Estados Unidos, devem mostrar "não simples palavras, mas também factos" se desejam melhorar as relações.

Para a maioria dos participantes, o encontro continental pode marcar mesmo o início de uma nova era, depois de anos de falta de comunicação ou relações ruins com os Estados Unidos.

"Nunca havíamos assistido a uma cimeira com um nível de interacção, franqueza e cordialidade que se sentiu em Trindad e Tobago. Creio que estão estabelecidas as bases para relançar uma nova etapa nas relações hemisféricas", declarou o presidente mexicano Felipe Calderón.

Entre os argumentos para a não aprovação unânime do documento final estão a questão do embargo a Cuba, a escassa presença no documento da crise económica mundial e até mesmo discussões sobre quais países são democráticos e quais não são.

Países como Bolívia e Venezuela, integrantes da Alternativa Bolivariana das Américas (Alba), já haviam anunciado que não assinariam a declaração final, entre outros motivos por solidariedade a Cuba, que não é mencionada no texto, está excluída da Organização dos Estados Americanos (OEA) e submetida a um embargo americano desde 1962.

O presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, justificou a decisão de não assinar a declaração final por causa de diferenças irreconciliáveis, mas destacou a nova atitude do presidente Barack Obama, afirmando que seu homólogo americano é "o chefe de um império encurralado por suas regras".

Por fim, o presidente Luiz Inacio Lula da Silva enfatizou que a Quinta Cimeira das Américas abriu uma nova dinâmica nas relações entre os países do continente e pediu a seus pares que aprendam a se respeitar mais e deixem de pedir favores.

"Devemos ter respeito por nós mesmos para que nos respeitem”.

Não temos que continuar pedindo favores. Vamos deixar essa ideia de que somos pequenos e pobres e que alguém tem que nos ajudar. Nós, e não os Estados Unidos, temos que resolver nossos problemas", declarou Lula à imprensa ao fim do encontro.

Segundo Lula, o clima da reunião faz pensar que é plenamente possível que haja uma evolução na relação entre os Estados Unidos e a América Latina. "É possível criar uma nova dinâmica, de companheirismo, de contribuição", concluiu.

As imagens de Chávez e Obama apertando as mãos sorridentes correram o mundo e deram o tom desta cimeira marcada pela vontade de aproximação, exemplificada também pelas palavras do presidente venezuelano para seu homologo americano: "'I want to be your friend'. A Venezuela quer ser amiga dos Estados Unidos".

quarta-feira, 15 de abril de 2009

CONFERENCIA SOBRE A ADVOCACIA, A JUSTIÇA E O DIREITO

A advocacia, o Direito e a Justiça na CPLP será tema de uma conferencia a ter lugar nesta sexta-feira, dia 17 de Abril com início as 17 horas no anfiteatro da Universidade Jean Piaget de Benguela. O evento é uma organização da ordem dos advogados de Angola e conta com o apoio da UniPiaget. Serão prelectores os senhores bastonários da ordem dos advogados da CPLP "Universidade Piaget Benguela, desbravando caminhos..."

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