segunda-feira, 7 de junho de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
RECORDAR O PIAGET FASHION DAY - 2008
Nota: Alguns dos muitos estudantes que em 2008 participaram da I Edição do Piaget Fashion Day.
Em breve a II Edição da Bienal de Moda e Desfile da Piaget.
Nos aguardem, estamos a chagar com muita carga. As melhores modelos da Piaget com apoio das melhores boutiques e estilistas da praça local
Vai ser a própria super-carga!!
terça-feira, 18 de maio de 2010
UNIPIAGET: CADA VEZ MAIS ACOLHEDORA
é do pouco que o muito se faz
O jardim da nossa universidade é exemplo disso mesmo. As pequenas acções têm o condão de nos transportar para "outras dimensões". Não sei se maiores ou melhores. O certo que é que quando observamos o resultado do nosso trabalho a florir...não há como ficar impávido ...
a homenagem que se impõe aos nossos jardineiros
De volta a contemplação. O Jardim da nossa universidade está cada vez melhor. Mais lindo e mais agradável de se ver. Ele dá um "que" de especial ao pátio central da Universidade (novo edifício). Por isso, não poucas vezes é possível "flagrar" estudantes em relaxe ou mesmo a estudar junto dele.O nosso muito obrigado aos jardineiros que deles cuidam. Em, verdade este é um trabalho de todos. Todos estão ajudar, todos devem ajudar a preservar o jardim e toda a vegetação que temos aqui na Piaget.
Exemplos como este devem ser seguidos para termos a nossa Piaget sempre limpa e cada vez mais acolhedora
UNIPIAGET É O PALCO DO "QUINTAS DE DEBATES" DESTE 20.05.201
A Universidade deve estar comprometida com a nação no sentido de criar uma sociedade justa e igualitária em todos os níveis.
Este foi o pretexto que a organização utilizou para convidar a nossa Universidade a acolher o "QUINTAS DE DEBATES" deste 20.05.2010. O Evento que pretende juntar diferentes visões sobre temas da actualidade como política, economia e sociedade é uma organização da ONG OMUNGA, com sede no Lobito, bairro da Luz, rua da Bolama, nº.2.
Nesta quinta.-feira 20.05.2010 a nossa Universidade terá honra acolher o Dr NELSON PESTANA BONAVENA - Professor Universitário, prelector do tema O PAPEL DAS UNIVERSIDADES NA DEMOCRATIZAÇÃO DO PAÍS.
Está convidado. 15 horas no Anfiteatro nº.2 da Universidade Piaget. Não Falte!
ARRACOU HOJE A 2º FEIRA DO LIVRO NA UNIPIAGET
Após o sucesso de vendas e visitas ao certame que aconteceu bem no início do ano lectivo, a Escolar Editora volta a UniPiaget para realizar pela segunda vez neste ano a Feira do Livro.

De 18 de Maio a 28 de Junho é possível adquirir a preços acessíveis (com descontos) uma gama diversificada de livros, conforme declarou ao nosso blogue o Senhor Bruno Barão, da Escolar Editora. " Temos um conjunto diversificado de livros, maior parte deles respondem as necessidades dos cursos ministrados neste universidade"Contactado pela nossa redacção Mário Rui Ferreira - Administrador do Pólo de Benguela disse estar sempre receptivo a este tipo de iniciativas. "Nós somos uma instituição de ensino e investigação é por isso nossa responsabilidade colocar os livros o mais perto possível dos estudantes" - concluiu.
Bia Fernando estudante do curso de Direito foi um dos muitos jovens que visitou a feira neste primeiro dia. Convidado a emitir a sua opinião a volta do evento, mostrou-se muito grato pela oportunidade de poder adquirir livros sem ter que se deslocar para o Lobito e beneficiar de um preço especial. "Convido todos os colegas a visitarem a feira pois somente sairão a ganhar" - rematou.Nós já estivemos no Pavilhão C, apreciamos exposição e adquirimos alguns exemplares para nossa biblioteca. E você de que está a espera? Visite entre os dias 18.05 a 28.06 a Feira do Livro que a Livraria Escolar Editora promove nas Instalações da Universidade Jean Piaget - Pólo de Benguela.
O certame estará aberto nos três períodos lectivos. O acesso é livre.
"Mais livros, mais leitura,mais saber"
sexta-feira, 14 de maio de 2010
UNIPIAGET PROMOVE PALESTRA EM ALUSÃO AO 393º ANIVERSÁRIO DA CIDADE DE BENGUELA
Reforçado conceito de pátria
O jurista Luther Rescova afirmou, no início desta semana, em Benguela, que falar sobre a ética e a angolanidade fora do sentido maior do patriotismo, significa tratar de forma superficial matérias que sustentam a existência de um país soberano como Angola.O docente universitário, que dissertava sobre o tema “Ética e o sentido de angolanidade” durante uma palestra realizada pelo Pólo de Benguela da Universidade Jean Piaget,
enquadrada nas comemorações do 393º aniversário da fundação da cidade de Benguela, considerou, durante a sua alocução, que falar do patriotismo requer uma incursão que nos leve a saber como, na nossa realidade, se chegou ao conceito de pátria.
O palestrante, fazendo recurso à história, lembrou aos presentes os feitos dos promotores da união forjada para a luta contra o colonialismo português, liderada por soberanos como Nzinga Mbandi, Katiavala e Mandume, e considerou que “ foi apenas a partir desse acto que foi possível se empreender o processo que nos levaria ao despertar do nacionalismo angolano, iniciado pelo grupo dos 36, que passou para os 38, e mais tarde o processo dos 50, e posteriormente o 4 de Fevereiro de 1961, data do início da luta armada de libertação nacional que nos conduziu à independência em Novembro de 1975”.
Na sua opinião, foi a partir desta altura que surge o conceito de pátria. “Daí em diante o que se pediu aos angolanos movidos pelo sentimento de unidade foi o fortalecimento do amor à pátria, ou seja, o patriotismo, que consideramos como uma das facetas do sentido de angolanidade”, argumentou o palestrante, para dizer que apesar do período conturbado que se seguiu à independência e terminou em 2002, “o sentimento de angolanidade foi mais uma vez ressaltado, porque queríamos todos viver em paz e para tal acabar com as diferenças que nos dividiam”, realçou.
Ética e patriotismo de mãos dadas
Luther Rescova, durante a palestra que proferiu para professores e estudantes universitários, referiu que o sentido de angolanidade, a ética e o patriotismo estão sempre de mãos dadas “porque se não tiverem na vértice da sua abordagem a questão da responsabilidade, honestidade e moralidade, em nada concorrem para a transmissão dos princípios da ética”, referiu.
Depois de questionar os jovens presentes sobre o tipo de patriotas que um país como Angola hoje precisa, Luther Rescova aconselhou-os a ter o espírito patriótico como base para a continuidade das lutas iniciadas pelos soberanos angolanos e prosseguidas pelas gerações seguintes, mas pediu igualmente a sua atenção para as lutas que se impõem actualmente, como é o caso do desenvolvimento, que considerou como “uma nova batalha para o povo angolano”.
Reforma de mentalidade
O jurista Luther Rescova considerou que a necessidade de Angola se desenvolver, decorre da necessidade de, também, refazermos as nossas mentalidades. “Somos nós que, da mesma forma que pedimos o desenvolvimento de um sector, acabamos por destruí-lo”, criticou o também deputado da Assembleia Nacional. Aos jovens também apelo para que se associem ao cumprimento das tarefas que o patriotismo exige. Por outro lado criticou a juventude pelo facto desta, muitas vezes, ser a protagonista dos focos de lixo, embora geralmente seja ela mesma chamada a cuidar da higiene nas localidades onde vivem.
Luther Rescova dirigiu uma crítica aos estudantes universitários em Angola que se consideram superiores aos demais e que exibem tal grau em qualquer local. Na sua opinião, a humilde forma a consciência e é um pressuposto para aprender. “Só a humildade vai dar à pessoa a possibilidade de aprender, porque quem é arrogante, ou seja, um “sabe tudo”, não progride”, recordou.
Luther Rescova lembrou ainda aos presentes que um país não se constrói apenas com pessoas formadas em universidades, mas cada um, na sua tarefa, é tão útil como os demais.
Aproveitou ainda para criticar aqueles jovens que entendem que ter um bom emprego “é apenas sair todos os dias de gravata e dirigir-se para um escritório, pois a não ser assim consideram que não estão bem empregados”. Acabadas as críticas, o jurista e deputado defendeu que é patriótico entendermos o nosso presente e, de modo natural, termos perspectivas assentes na programação da nossa vida. “Não devemos fazer dos sonhos dos outros os nossos sonhos, ma ter os outros como referência. Querer ser como os outros é legítimo, mas não na ideia de invejá-los, porque é nesta base que surge a desmotivação, a preguiça, o que constitui um comportamento anti-ético e anti-patriótico”, considerou.
Aproveitou ainda para criticar aqueles jovens que entendem que ter um bom emprego “é apenas sair todos os dias de gravata e dirigir-se para um escritório, pois a não ser assim consideram que não estão bem empregados”. Acabadas as críticas, o jurista e deputado defendeu que é patriótico entendermos o nosso presente e, de modo natural, termos perspectivas assentes na programação da nossa vida. “Não devemos fazer dos sonhos dos outros os nossos sonhos, ma ter os outros como referência. Querer ser como os outros é legítimo, mas não na ideia de invejá-los, porque é nesta base que surge a desmotivação, a preguiça, o que constitui um comportamento anti-ético e anti-patriótico”, considerou.
Texto e foto: Jornal de Angola
ALTA DELEGAÇÃO DO INSTITUTO PIAGET TRABALHOU EM BENGUELA
Comitiva gostou do que viu...
Presidente do Instituto Jean Piaget -António Oliveira Cruz
Uma alta delegação chefiada pelo Presidente do Instituto Jean Piaget,Professor Doutor António Oliveira Cruz, trabalhou nos dias 27 e 28 de Abril na UniPiaget - Pólo de Benguela.
Da comitiva integraram outros funcionários seniores e membros fundadores do Instituto, nomeadamente,o Dr. Amílcar Couvaneiro, Dr. Luís Manuel, Dra. Conceição Couvaneiro, Dra Dra. Marlene, Dra. Maria José Ferreira e o Mestre José Manuel da Costa Rocha Administrador Geral da UniPiaget Angola.
Da agenda de trabalhos, entre outras questões, figurou a constatação das obras em curso neste pólo bem como a análise e balanço das actividades correntes que vêm sendo desenvolvidas pela Comissão Instaladora Presidida pelo PhD. Bonifácio Tchimboto.
Projecta-se para o ano de 2011 para além da autonomia da UniPiaget -Pólo de Benguela, o surgimento de uma nova Instituição do Ensino Superior no Lubango.
Com o figurino acima referido, o instituto Jean Piaget de Angola pretende levar o conhecimento e formação superior a um maior número de cidadãos dentro dos padrões de qualidade internacionalmente requeridos e permitir um funcionamento mais autónomo e eficiente das mesmas universidades.
De acordo com, Mário Rui Marques Ferreira, Administrador do, ainda, Pólo de Benguela a sua instituições reafirma a sua clara e firme posição de parceiro do estado angolano na promoção da ciência, tecnologia, inserção social, combate a pobreza e da reconstrução nacional.
Em Benguela, actualmente são ministrados (11) cursos.
Ciências Tecnológicas/Engenharias:
- Informática de Gestão
- Construção Civil
-Electromecânica
- Refinação de Petróleos
Ciências da Humanas/Saúde:
- Enfermagem e Obstetrícia
-Motricidade Humana
-Psicologia Clínica
Na área das Ciências Sociais
Direito
Sociologia
Economia
Língua Portuguesa e Línguas Nacionais
Os cursos têm a duração de (5) anos cada um, excepto o curso de Economia de Gestão que é feito em (4) anos lectivos. Os mesmos atribuem o grau de Licenciados após a apresentação de uma monografia.
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