domingo, 27 de maio de 2012

Universidade Piaget de Benguela marca presença na II Edição da Feira Internacional de Benguela


Pela segunda vez, a Feira Internacional de Benguela abriu portas no Estádio Nacional de Ombaka durante o período de 16 a 20 de Maio.
Com o lema “Tudo ao seu alcance”, participaram potencialidades económicas e industriais da região de Benguela e Lobito. A organização do evento (Eventos Arena) também contou com o apoio do Governo Provincial.
Com uma representação superior ao ano transacto (mais de 200 empresas participantes) pôde-se contar com a participação da Universidade Jean Piaget de Benguela.
O Stand da Piaget destacou-se pela grande e constante afluência de visitantes durante todo o período de exposição. Entre outros objectivos a Piaget procurou informar os visitantes sobre os actuais cursos de licenciatura na Universidade, a constituição das disciplinas de cada curso, os anos de cada curso de licenciatura e divulgar a literatura das “Edições Piaget” disponível para consulta na biblioteca.
Os visitantes também foram presenteados com a participação dos alunos de enfermagem que se disponibilizaram para avaliarem a tensão arterial dos interessados, completando também com alguma informação útil sobre a educação para a saúde da comunidade.
Esta presença revelou-se essencial para a revelação da Universidade como sendo um marco importante para a Educação em Benguela.

texto por: Maria João Marques (docente de Enfermagem) 














segunda-feira, 14 de maio de 2012

A nova Lei Contra a Violência Doméstica



A PROTECÇÃO DA FAMÍLIA
 E DAS RELAÇÕES SOCIAIS DE PROXIMIDADE EM ANGOLA
- A nova Lei Contra a Violência Doméstica
(Lei n.º 25/11 de 14 de Julho)

O combate ao fenómeno disruptivo da violência no seio das relações sociais de proximidade, aquilo que, vulgarmente, se classifica como violência doméstica, foi eleito pelo legislador como um objectivo de política criminal. Como tal, elegeram-se novos bens jurídicos com dignidade penal a proteger por um novo tipo de crime: o crime de violência doméstica. Este é um crime público que consiste na prática de condutas de ofensa física e psíquica no seio de relações sociais marcadas por valores de confiança, dependência e afecto, haja ou não relação jurídica familiar nos termos da Lei Civil.
Enquadram-se, também, no regime especial de «crimes de violência doméstica» previsto nesta Lei condutas já incriminadas em lei penal vigente, na medida em que ocorram nos contextos sociais definidos. Criou-se um estatuto processual especial para a vítima deste tipo de violência que usufruiu também de uma série de programas de protecção e apoio à vítima.
O agressor, parte do problema, é visto também como parte da solução, prevendo-se medidas específicas para a sua recuperação.
Não obstante algumas imperfeições de ordem técnico-jurídica, esta Lei tem um inegável valor pedagógico-social, na medida em que promove o princípio da igualdade de género. Acima de tudo, tem um inegável valor para o combate a um dos mais graves factores de desagregação social na sociedade angolana, o que, do ponto de vista político-legislativo, demonstra um esforço do Legislador na promoção do respeito pelo dignidade da pessoa humana.



Artigo da autoria do nosso docente Hermínio Rodrigues 

sábado, 5 de maio de 2012

1ª Defesa Licenciado em Engenharia Civil de Benguela


No passado dia 28 de Abril, Sábado, no Anfiteatro 2 da Universidade Jean Piaget, defendeu o seu projecto de fim de curso (ou Monografia) o aluno Agnaldo Gomes, do curso de Engenharia de Construção Civil e Ordenamento do Território. Foi um dia importante, não apenas para o aluno, mas também para a nossa Universidade e para a história da engenharia Angolana uma vez que este aluno da Piaget é o primeiro engenheiro civil a ser formado em Benguela.




 O trabalho apresentado foi um Projecto de Estrutura de Betão Armado de um Edifício de 5 Pisos, com fundações superficiais constituídas por sapatas, uma caixa de elevador, duas caixas de escada, com uma área total de 1960 m2 de construção e que foi orçado pelo aluno em 270.000 Usd (apenas em betão armado). O agora engenheiro civil Agnaldo Gomes notabilizou-se durante o curso pelas boas notas que foi obtendo, demonstrando a sua inusitada capacidade de trabalho, compreensão e análise dos problemas. É ainda licenciado em Matemática e professor na Universidade Katiavala Bwila. Agora irá iniciar a sua carreira na área da engenharia como Professor Assistente da nossa universidade.


O júri da prova, presidido pelo coordenador do curso, o Professor Doutor Jorge Matos e os Professores Engenheiros Ricardo Coelho e Ana Vieira, avaliou o trabalho final como Muito Bom.
Na assistência podiam ver-se quase todos os colegas de curso, assim como colegas mais novos que quiseram satisfazer a sua curiosidade acerca deste tipo de evento por que todos terão de passar e também participar nesta data festiva para a nossa Universidade.






Depois da cerimónia não faltaram os brindes, os discursos e petiscos para acalmar os nervos e acabar a festa á boa moda angolana.




Notícia por: Professor Doutor Jorge Matos


terça-feira, 24 de abril de 2012

E assim nasce um jango!

O nosso campus universitário cresce de dia para dia... Convidamo-lo a uma curta visita guiada através do nosso albúm fotográfico. Para hoje elegemos o nosso jango: um feliz cruzamento entre os materiais tradicionais africanos de construção, a técnica e perícia da equipa de técnicos namibianos e a solidez dos blocos de betão saídos das mãos dos trabalhadores da casa.

Notícia e fotos  por:   Marivalda  da Cruz Gonçalves











domingo, 22 de abril de 2012

1ªs Jornadas Científicas de Economia-Gestão e Direito



Foram dois dias intensos de partilha de saberes e experiências.  Uma prova inequívoca de que caminhamos, enquanto instituição de ensino superior, no sentido da prossecução dos pressupostos na base da criação desta instituição: fomentar a partilha do saber, aproximar a universidade dos seus parceiros sociais, promover, cada vez mais, o cruzamento de perspectivas que visam, fundamentalmente, abrir horizontes ao nível social, académico e cívico  que, espera-se, se venham a traduzir num papel cada vez mais dinâmico e congregado de todos os intervenientes, através da criação e implementação de projectos ao serviço da comunidade, dos cidadãos, em síntese, de todos os angolanos.

Partilhamos alguns dos momentos através das fotos que registam a ambiência e o espírito que presidiu ao evento.

Notícia por:   Marivalda  da Cruz Gonçalves




Doutor António Amândio, Director Pedagógico da Unipiaget Benguela

Doutor Paulo Trigo Pereira, Professor Associado do ISEG - UTL

Estudantes das Licenciaturas de Economia e Gestão e Direito

Docentes da Unipiaget, Administrador Eng.º Mário Rui 

Estudante intervindo na 1ª sessão de debates

Estudante intervindo na 1ª sessão de debates

Dr. Vikeia, (docente  Economia) e Doutor  Paulo Trigo Pereira

Dra. Nídia Martins e Dra. Ana Quinene (docentes de Direito)

Dr. Vikeia e Professor Trigo Pereira

Dr. Mateus (docente de Economia)

Dr. Mateus, Dr. Arlindo Filipe (Docente e Coordenador de Direito)
 e Dr. Boaventura (docente de Direito)


Msc. Ricardo Amaro (Administrador do Lobito); Professor Trigo Pereira e
Dr. Leopoldo Luhmongo (Administrador de Benguela)

Dr. Vikeia, Doutor Bonifácio Tchimboto (Vice-reitor) e Dr. Amândio)


Msc. Ricardo Amaro (Administrador do Lobito),
Professor Trigo Pereira,
 Dr.  Leopoldo Muhongo (Admnist. de Benguela)
e Msc. Carlos Pacatolo (Coordenador de Economia-Gestão)

Docentes da Unipiaget Dra. Maria João Marques (Enfermagem),
Dra. Marivalda Cruz (Línguas) e Dra. Nídia Martins (Direito)


Administrador da Unipiaget - Benguela, Eng.º Mário Rui
Professor Trigo Pereira

fotos por: Miguel Sapalo (estudante do Curso de Direito)



quinta-feira, 19 de abril de 2012

Abertura das 1ªs Jornadas de Economia-Gestão e Direito

(transcrição do discurso de abertura das Iªs Jornadas Científicas de Economia-Gestão e Direito pelo Doutor António Pedro Amândio)


Ilustres Convidados, Estudantes dos Cursos de Economia e Gestão e Direito, Senhora e Senhores,

     Aceitai, em nome da Direcção, os nossos cumprimentos de boas vindas a estas Primeiras Jornadas Científicas, lugar privilegiado de refrescamento científico-intelectual, a decorrerem nas Instalações da nossa Universidade sob o tema: “políticas públicas e cidadania inclusiva”. A vós conferencistas e facilitadores desta suculenta mesa académica endereçamos os nossos agradecimentos pelas vossas contribuições neste entrosamento do saber.
     Senhoras e Senhores, a necessidade de o homem viver integrado, organizado em sociedade, por causa – em certo sentido – da sua contingência bio-psico-fisiológica, levou-o desde cedo a buscar estratégias, sistemas e até mesmo regimes de organização social que tornassem possível a sua adaptação ao tempo e ao espaço. A adaptação ao meio foi e é um processo que sempre comportou e comporta tensões e incompreensões, recuos, estagnações e avanços. Por esta causa e por outros motivos encontramo-nos aqui em Jornadas Científicas.
     Os séculos das luzes (XVII e XVIII) e a aparição da indústria moderna (século XIX) dissolveram as antigas estruturas sociais, debilitadas pelo tempo e pela estagnação, abrindo portas a mudanças radicais na composição das novas sociedades, cujos frutos transparecem na relação capital-trabalho, tornada hoje uma “questão decisiva”; na transformação das estruturas de produção e do capital convertido em “novo poder” que, colocado em mãos de poucos, em mãos dos grupos dos mais iguais, se torna alavanca de antigas e novas expressões de exclusão; na sobreposição do ter e do produzir sobre o ser e a dignidade, fazendo do ser um refém do ter a todo e qualquer preço; no aprofundamento do fosso entre as ciências humanas e as ciências económico-tecnológicas, colocando aquelas ao serviço e, às vezes, reféns destas sob o prisma do pragmatismo e sobretudo do utilitarismo.
     Bastará termos os olhos abertos para percebermos quanto a justiça é e deve ser o objectivo a atingir e, consequentemente, também a medida intrínseca de toda a política. Para o efeito, a política precisa de transcender a fronteira da simples técnica para a definição dos ordenamentos públicos, a fim de se fixar no patamar da ética promotora de uma verdadeira ecologia das relações inter e intra-humanas. Por outro lado, a razão precisa de se purificar da cegueira ética, derivada da prevalência do interesse e do poder que a deslumbram para que se possa fixar em metas sociais traduzidas em cidadania verdadeiramente inclusiva.
     Hoje, mais do que nunca, senhoras e senhores, como bem o tem percebido o fundador desta obra e Presidente da Associação Jean Piaget, Professor Doutor António Oliveira Cruz, a questão do diálogo interdisciplinar e transversal apresenta-se como caminho para defender o homem que, no dizer de Protágoras “é a medida de todas as coisas: das que existem, porque são; e das que não existem, porque não são”. As ciências são tais enquanto dialogam umas com as outras. Assistimos, pois, hoje e amanhã a um exercício deste desiderato, vendo confrontadas a ciência económica e jurídica na busca de vias de aproximação para favorecerem o homem todo e todo o homem. Bem haja aos organizadores destas jornadas! Aqui postos, declaramos abertas as Primeiras Jornadas Científicas sobre as “políticas públicas e cidadania inclusiva”.

Benguela, 18 de Abril de 2012
                                                                                                   
                                                                                       António Pedro Amândio, (PHD)
                                                                                     (Director Pedagógico)


quarta-feira, 18 de abril de 2012

JORNADAS CIENTÍFICAS DOS CURSOS DE 
ECONOMIA-GESTÃO E DIREITO

SUBORDINADA AO TEMA:


 “POLÍTICAS PÚBLICAS E CIDADANIA INCLUSIVA”

18-19 DE ABRIL DE 2012

Comissão Organizadora:
Coordenação dos cursos de Economia e Gestão (Msc. Carlos Pacatolo 
e Direito (Dr. Arlindo Filipe )


Horário
4.ª Feira, 18 de Abril
Sessão Solene Inaugural
Horário
5.ª Feira, 19 de Abril
08h45
- Recepção aos participantes
09h15
 Recepção aos participantes
09h00
DISCURSO DE ABERTURA pelo Exmo. Director Pedagógico da Universidade Jean Piaget de Benguela, Doutor António Pedro Amândio
09h30
3ª Conferência: A Ineficácia do Patrocínio Judiciário no Ordenamento Jurídico Angolano!
Oradores: José Ramon e Dr. João Carlos de Carvalho, Estudantes do 4º ano do Curso de  Direito da UniPiaget  Benguela
09h30
1ª Conferência: Angola: Que Desafios para a Descentralização e Desconcentração do Estado?
Orador: Doutor Paulo Trigo Pereira, Professor Associado do ISEG - UTL
11h30
2ª Conferência: Acesso do Cidadão à Justiça.
Orador: Dr. António Jolima José, Juiz de Direito, Presidente do Conselho Provincial Eleitoral de Benguela
11h30
Mesa redonda: O Papel do Governo Central, Provincial e da Administração Municipal na Educação.
Oradores: Paulo Trigo Pereira, Professor Associado do ISEG – UTL, Msc. Amaro Segunda Ricardo, Administrador Municipal do Lobito e o Dr. Leopoldo Muhongo, Administrador Municipal de Benguela.
13h30 Intervalo: Almoço 13h45 – 14h45: Sessão de Cinema
13h30 Intervalo: Almoço 13h45 – 14h45: Sessão de Cinema
16h00



17h00

18h30


Mesa Redonda: Os Desafios do Ensino do Direito e da Economia e Gestão na UniPiaget Benguela
Dr. Arlindo Filipe e Dr. Boaventura Tomás Rodrigues - Msc. Carlos Pacatolo e Dr. Américo Mateus

Sessão de Lançamento dos Livros do Doutor Paulo Trigo Pereira, no Auditório 2 , seguida de autógrafos junto a torre


Encerramento

15h30
4ª Conferência: Que Modelo de Descentralização Financeira Para Angola?
Orador: Msc. Carlos Pacatolo, Coordenador do Curso de Economia e Gestão da UniPiaget Benguela
17h00
Encerramento: Eng.º Mário Rui, Administrador da UniPiaget Benguela


Notícia por:   Marivalda  da Cruz Gonçalves

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